sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Polarizamento

Entre o Nazismo e a ditadura de Cuba, prefiro a democracia, ou um pouco do que resta dela, ou o que ela tenta ser para os brasileiros.
Será que realmente nossas escolhas foram mesmo uma opção democratica?
Não é sobre fraude nos sistemas eleitoral, manipulação de votos, isso é outro assunto estranho, eu me refiro a algo que acontece antes das eleições, será que as opções para votar representa a democracia?
Quem é que manda no país? O presidente? Os deputados? A mídia tradicional? Ou os marketeiros? . E quando esse senso comum é contrariado? O que pode acontecer? Será que um dia eles foram contrariados?
Com todos os escândalos de corrupção que surgiram nas últimas décadas, ficou claro quem é manda, quem que realmente tem o poder nesse país
O “Dinheiro”, quem tem manda, compra, faz o que quiser, diante do dinheiro as ideologias ficam em segundo plano, em detrimento do país, da reputação, da república e acima da constituição  está o dinheiro, sem o qual vc nada faz, se você tiver o suficiente pode fazer ele se multiplicar  exponencialmente, mas ele te toma como refém.
Na verdade tanto faz qual ditadura for vencer em 2018, 2019 está aí
e milhares de dólares de empresários ou do narcotráfico estão esperando as próximas gestão, deputados, assessores, juiz e Etc. Tem muito dinheiro esperando para mandar numa lei, uma emenda, um projeto, dinheiro que entra sujo para ser lavado, depois sair multiplicado e limpo, dinheiro que será valado com o suor do povo, suor de uma empregada fazendo hora extra, de pessoas que pagam juros por atraso de uma conta.
Isso sempre existiu, se agravou nos últimos governos, e sempre existirá, independe das pessoas que estão lá, eles podem dificultar ou fazer parte disso.
A ideologia dos candidatos pode ser um incoveniente ou não, mas no final quem manda é quem tem o dinheiro, que compram as atitudes de todos os que deveriam servir a patria.

domingo, 23 de setembro de 2018

Esqueci o celular

Ontem eu esqueci o celular, na verdade ele quebrou, na verdade ele vinha quebrando desde o primeiro dia que passamos juntos e a lei da gravidade que empurra tudo para o chão, se mostrou muito eficaz.
muitas vezes ele se chocou no chão, mas sempre resistia bravamente até cair de uma altura significativa, em uma posição constrangedora.
Tela rachada tudo bem, Agora o conector quebrado, É impossível carregar a bateria, esse modelo é da queles que a bateria é interna.
O que fazer agora, nem terminei de pagar as parcelas, o valor do conserto é metade do valor do aparelho, o valor de revenda é quase 15% do valor que ainda estou pagando.
Sinto como se tivesse comprado um copo descartável, muito útil e caro, mas totalmente descartável.
Ficar sem ele foi uma estranha aventura de auto conhecimento e descoberta, é incrível a velocidades dos pensamentos sozinhos, sem distração sem piadas nas redes sociais.
Tenho certeza que Albert Einstein não seria o mesmo gênio se não passasse horas pensando sem se distrair, se Einstein tivesse um celular a relatividade teria que esperar por uma outra geração.
Acontece que a falta de ter que fazer algo em algum lugar, ou responder a algumas coisas para pessoas não presente impede nosso cérebro de viajar pelas profundezas da imaginação.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

No terminal

No terminal é o fim, o fim do caminho.

No terminal não tem opção, no terminal não tem destino, a menos que queira voltar para onde se veio, para isso você não precisa do terminal, não precisa ter um destino uma direção, qualquer lugar que não seja o fim chega lá.

No terminal seremos diferentes, a viagem que nos trouxe até o fim nos preparou, agora tem outro início, único, nova vida.

Para tudo isso acontecer temos que passar no terminal, estamos chegando lá, perto do fim, espero que chegue logo.