quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Procrastinamento prioritário

Ainda tem muitas coisas que eu gostaria de fazer.  Realizar, viver

Tem um projeto a concluir. Bem particular, um sonho, ele nunca esteve tão perto de se realizar como está agora.

Mas para isso acontecer tenho que fazer algumas outras coisas acontecerem, nem são coisas tão complicadas e difíceis assim, são coisas que exigem pequenas gotas de esforços, que precisam acontecer primeiro para dar continuidade ao projeto principal. Coisas pequenas no topo da lista das coisas procrastinaveis.

A satisfação em deixar de fazer uma coisa que eu deveria ter feito que com certeza está sendo adiado por qualquer série do Netflix ou um vídeo de coisas sendo destruídas em super câmera lenta.

A satisfação de acumular pendência está interferindo na realização de um sonho assim como esse pequeno texto.


Na verdade está tudo acontecendo de trás para frente, inclusive esse texto e as coisas que insiste em ficar no topo da lista de coisa para se procrastinar

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Polarizamento

Entre o Nazismo e a ditadura de Cuba, prefiro a democracia, ou um pouco do que resta dela, ou o que ela tenta ser para os brasileiros.
Será que realmente nossas escolhas foram mesmo uma opção democratica?
Não é sobre fraude nos sistemas eleitoral, manipulação de votos, isso é outro assunto estranho, eu me refiro a algo que acontece antes das eleições, será que as opções para votar representa a democracia?
Quem é que manda no país? O presidente? Os deputados? A mídia tradicional? Ou os marketeiros? . E quando esse senso comum é contrariado? O que pode acontecer? Será que um dia eles foram contrariados?
Com todos os escândalos de corrupção que surgiram nas últimas décadas, ficou claro quem é manda, quem que realmente tem o poder nesse país
O “Dinheiro”, quem tem manda, compra, faz o que quiser, diante do dinheiro as ideologias ficam em segundo plano, em detrimento do país, da reputação, da república e acima da constituição  está o dinheiro, sem o qual vc nada faz, se você tiver o suficiente pode fazer ele se multiplicar  exponencialmente, mas ele te toma como refém.
Na verdade tanto faz qual ditadura for vencer em 2018, 2019 está aí
e milhares de dólares de empresários ou do narcotráfico estão esperando as próximas gestão, deputados, assessores, juiz e Etc. Tem muito dinheiro esperando para mandar numa lei, uma emenda, um projeto, dinheiro que entra sujo para ser lavado, depois sair multiplicado e limpo, dinheiro que será valado com o suor do povo, suor de uma empregada fazendo hora extra, de pessoas que pagam juros por atraso de uma conta.
Isso sempre existiu, se agravou nos últimos governos, e sempre existirá, independe das pessoas que estão lá, eles podem dificultar ou fazer parte disso.
A ideologia dos candidatos pode ser um incoveniente ou não, mas no final quem manda é quem tem o dinheiro, que compram as atitudes de todos os que deveriam servir a patria.

domingo, 23 de setembro de 2018

Esqueci o celular

Ontem eu esqueci o celular, na verdade ele quebrou, na verdade ele vinha quebrando desde o primeiro dia que passamos juntos e a lei da gravidade que empurra tudo para o chão, se mostrou muito eficaz.
muitas vezes ele se chocou no chão, mas sempre resistia bravamente até cair de uma altura significativa, em uma posição constrangedora.
Tela rachada tudo bem, Agora o conector quebrado, É impossível carregar a bateria, esse modelo é da queles que a bateria é interna.
O que fazer agora, nem terminei de pagar as parcelas, o valor do conserto é metade do valor do aparelho, o valor de revenda é quase 15% do valor que ainda estou pagando.
Sinto como se tivesse comprado um copo descartável, muito útil e caro, mas totalmente descartável.
Ficar sem ele foi uma estranha aventura de auto conhecimento e descoberta, é incrível a velocidades dos pensamentos sozinhos, sem distração sem piadas nas redes sociais.
Tenho certeza que Albert Einstein não seria o mesmo gênio se não passasse horas pensando sem se distrair, se Einstein tivesse um celular a relatividade teria que esperar por uma outra geração.
Acontece que a falta de ter que fazer algo em algum lugar, ou responder a algumas coisas para pessoas não presente impede nosso cérebro de viajar pelas profundezas da imaginação.