Com essa injeção de animo, ele continua sua saga, desbravando os mais hediondos botecos, sem desanimar. Uns com ovos cor-de-rosa e torresmos peludos, outros com porções de costela gaucha chafurdando na gordura. Até que parou em uma vitrine de salgados á preços populares (R$0,50). Ali havia um copo com água dentro para não embaçar o vidro sebento. Mas o que lhe chamou a atenção foi um salgadinho diferente. Era escuro, meio preto, meio azulado... Parecia um kibe, mas o formato era arredondado de mais...Quando por descuido, esbarrou na vitrine e as moscas voaram aos montes, revelendo um encardido bolinho de ovo. Felizmente, para sua surpresa, na bandeija ao lado, havia uma nada mais, nada menos que uma incrível: "coxinha de creme"!! A mais clássica de todas. Saborosa, cremosa, volumosa e oleosa como nenhuma outra. Devia pesar.
Continua...
De: Marcelo Langa
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Viajens da Coxinha [2]
Durante os primeiros dias de peregrinação ficou desconfiado de que missão na qual se atirara poderia resultar num fracasso total pois nos 368 bares/padarias/lanchonetes e afins que ja tinha passado as coxinhas pareciam desanimadoramente iguais e quando ja estava se sentindo um idiota chegou em Mogi-guaçu e descobriu um tipo de coxinha, que era a coxa do frango com osso e tudo, sim havia esperança o universo dos salgadinhos fritos não havia falhado com ele na mesma cidade ele ainda descobriria uma coxinha amarela, amarela mesmo...
Continua...
De: "Ana Caracol"
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De: "Ana Caracol"
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